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Variedades 24.03.20 POR Nova Cosméticos

Testes em animais: por que você deveria se preocupar?

Testes em animais infelizmente são comum nas indústrias de cosméticos. Saiba por que isso ainda acontece e como a lei brasileira trata do assunto.

Testes em animais

Sempre que uma empresa lança algum produto ou serviço, ela precisa testá-lo antes de chegar ao consumidor. Os carros, por exemplo, são submetidos a testes de colisão em pistas. No caso de medicamentos, são averiguados os efeitos colaterais que eles causam. Quanto aos cosméticos, verifica-se a eficácia e segurança do produto. A questão neste último é que, muitas empresas, realizam testes em animais para chegar a um resultado.

Neste blog post, vamos explicar como funcionam esses testes, o que a tecnologia já oferece para evitar este tipo de procedimento e como a lei brasileira lida com esse assunto. Boa leitura!

Como funcionam os testes em animais

Você sabia que 80% dos países ainda permitem essa prática nas indústrias de cosméticos? O resultado disso é que, todos os anos, mais de meio milhão de animais são utilizados em testes.

Ratinhos, coelhos e até cachorros são os principais bichinhos usados nas experiências laboratoriais. Para isso, eles são confinados em viveiros. Lá, são submetidos a testes das mais diversas maneiras, dependendo do tipo de produto.

Testes em animais: por que você deveria se preocupar?

Campanha da contra testes em animais da Ente Nazionale Protezione Animali (ENPA)— organização italiana contra a prática

Por exemplo, alguns produtos são despejados nos olhos, outros espalhados na pele ou mesmo é feita a ingestão forçada. Se você se sentiu mal em ler tudo isso, imagina os bichinhos, que sofrem os efeitos colaterais da aplicação. 

Como consequência, alguns desenvolvem alergias, são afetados pela cegueira e, em casos mais graves, chegam a morrer.

Resultados dos testes em animais:

É por tudo isso que defensores dos direitos dos animais são contra os testes feitos por parte da indústria de cosméticos.

Tecnologia apresenta alternativas aos testes em animais

Uma alternativa para a extinção de testes em animais está na tecnologia. Análise computadorizada e testes em peles produzidas em laboratório são algumas das medidas defendidas por organizações de proteção animal, como a PETA – People for the Ethical Treatment of Animals.

Até mesmo estudos feitos com voluntários humanos são mais aceitos dos que aqueles aplicados nos animais. 

Um dos exemplos de que a tecnologia pode ajudar nisso é a modelagem por computador. Pesquisadores conseguiram identificar uma ampla gama de protótipos sofisticados de computador que simulam a biologia humana durante o desenvolvimento de uma doença.

De acordo com alguns estudos, esses modelos conseguem prever com precisão as reações de novas drogas no corpo humano. Com isso, seria possível substituir totalmente os testes em animais.

Como a questão é tratada no Brasil

No Brasil, a lei 11.794 é que trata sobre os testes em animais. Os procedimentos não são proibidos no país, sendo que a ANVISA apenas verifica dados que comprovem a segurança dos produtos registrados na agência.

No entanto, oito estados brasileiros contam com leis que proíbem o uso de animais em determinados segmentos: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Desde setembro de 2019 está mais difícil para a indústria fazer as experiências em animais. Isso porque terminou o prazo de cinco anos para que laboratórios buscassem métodos alternativos nos procedimentos com cobaias vivas.

A resolução vale para procedimentos que analisem, por exemplo, irritação nos olhos e na pele e fototoxicidade (queimaduras causadas pela substância após exposição solar).

Indústrias de cosméticos, medicamentos, brinquedos e até materiais escolares estão sujeitas à decisão. Quem descumpre a determinação pode perder a licença para fazer pesquisas, além de pagar multa entre R$ 5 mil a R$ 20 mil.

O país tem 24 métodos alternativos validados. Ou seja, que foram estudados em outros países, têm eficiência comprovada e passaram pela aprovação do Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos.

Felizmente uma série de empresas brasileiras têm se dado conta da questão cruel e não realizam mais testes em animais. A Agradal, por exemplo, desde 1937 nunca testou nenhum produto em animais.

Quem sabe, num futuro bem próximo, possamos comemorar o fim dessa prática não só em cosméticos, mas em todas as indústrias.

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