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Dicas 16.12.19 POR Nova Cosméticos

Microplásticos em cosméticos: o perigo quase invisível

Você sabia que pode estar contribuindo com a poluição dos oceanos ao usar cosméticos com microplásticos? Conheça em quais produtos eles estão inseridos!

microplásticos

Quando o assunto é sustentabilidade uma das maiores preocupações está na poluição dos oceanos. E uma ameaça quase que imperceptível, mas perigosa à preservação da vida marinha, são os microplásticos.

Atualmente, eles são apontados como um dos principais poluentes dos mares. A ONU inclusive estima que existam cerca de 51 trilhões de partículas de microplásticos dispersos no oceano!

Quando ingeridos por animais marinhos, além de terem seus ciclos de vida afetados, os microplásticos vão se acumulando na cadeia-alimentar.

Ah, mas eu descarto corretamente os plásticos que uso para a reciclágem. Você pode até estar pensando que contribui para preservação das águas, mas ainda assim pode estar poluindo-as. Como?

É que os microplásticos também estão presentes em uma série de produtos cosméticos, por exemplo, que usamos no dia a dia.

Por isso, é importante saber direitinho onde encontramos esses materiais e quais os riscos eles oferecem ao meio-ambiente e a nossa também.

O que são microplásticos?

Como o próprio nome diz, os microplásticos são fragmentos de plásticos com dimensões microméticas. O tamanho deles pode variar de grãos microscópicos a 5 milímetros. Ou seja, quase invisíveis.

Microplásticos em cosméticos: o perigo quase invisível

Eles normalmente originam-se de materiais plásticos que usamos e são descartados de maneira incorreta. Imagine uma garrafa plástica jogada no oceano e lentamente sendo fragmentada em pedaços menores devido à ação do tempo.

Porém, os microplásticos em cosméticos e produtos de higiene pessoal também têm preocupado os estudiosos.

Muitos dos itens que usamos, como cremes, sabonetes e até protetores labiais, contém pequenas partículas de plástico. Entre eles podemos citar o polietileno (PE), polipropileno (PP), politereftalato de etileno (PET) e nylon. Essa foi a constatação da Fundação North Sea em um estudo realizado em parceria com outras instituições.

Outro levantamento feito pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta algo alarmante. Segundo o estudo, são altas as chances de que produtos de beleza contenham tantos microplásticos que, ao final de usá-los, você já tenha derramado pelo ralo uma quantidade equivalente de plástico àquela utilizada na fabricação da embalagem.

Desta maneira, quando utilizamos algum desses produtos no banho ou ao retirarmos com água, tudo vai parar no oceano. Por causa de seu pequeno tamanho, eles não são barrados pelo tratamento de esgoto.

Estima-se que cerca de oito milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos. Entre 2002 e 2013, segundo a ONU Meio Ambiente, a produção anual mundial de plástico aumentou cerca de 50% — passando de 200 milhões para cerca de 300 milhões de toneladas.

Como levam centenas de anos para se degradar completamente, os microplásticos que estão nos oceanos são ingeridos por animais marinhos. E é aí que o problema começa!

Riscos à sua saúde e para os oceanos

Os microplásticos em cosméticos ou de qualquer outra embalagem que vão parar nos oceanos põem em risco tanto a saúde dos animais marinhos quanto as nossas.

No caso dos peixes, camarões, tartarugas e milhares de outros seres que vivem nos oceanos, a ingestão das partículas pode prejudicar o sistema digestivo, intoxicação e até disfunções reprodutivas.

Microplásticos em cosméticos: o perigo quase invisível

E como ele afeta a saúde dos humanos?

Plânctons e pequenos animais se alimentam do plástico contaminado e, ao serem comidos por peixes maiores, propagam a intoxicação. No fim da cadeia, quando o ser humano se alimenta desses peixes, está ingerindo também o plástico e os poluentes que se acumularam ao longo desse ciclo.

De acordo com uma pesquisa de uma universidade na Alemanha, os microplásticos têm a capacidade de absorver produtos tóxicos encontrados nos oceanos como pesticidas, metais pesados e outros tipos de poluentes orgânicos persistentes (POPs).

Para nós, entre os problemas relacionados à intoxicação por POPs estão diversos tipos de disfunções hormonais, imunológicas, neurológicas e reprodutivas.

Estudos com animais também mostraram que partículas de microplástico são capazes de entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e de atingir até o fígado. Além disso, quando acumulados no trato gastrointestinal, esses materiais têm a possibilidade de interferir na resposta imunológica do intestino, alteração nas vilosidades intestinais, distorção da absorção de ferro e estresse hepático.

Como evitar os microplásticos?

Diante de tudo isso, é importante refletir sobre o uso consciente do plástico. A adoção de todos nós a novos costumes é o caminho para a preservação ambiental — e a nossa também!

Por isso, o poder de mudança está nas mãos do consumidor. Procure informar-se sobre as matérias-primas utilizadas e evite ao máximo os plásticos comentados acima.

Microplásticos em cosméticos: o perigo quase invisível

Produtos como esfoliantes, por exemplo, são os campeões. Por necessariamente contarem com partículas abrasivas, muitos fabricantes inserem os microplásticos como agentes esfoliantes.

A Nova Cosméticos, por exemplo, não usa nenhum tipo de microplásticos em suas composições. Nosso esfoliante facial é formulado com sementes de jojoba e arroz.

Que tal adotar hoje bons hábitos para cuidar dos nossos oceanos?

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