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Cuidados 10.07.19 POR Nova Cosméticos

Espinha Interna: como tratar e prevenir que elas apareçam de novo?

Será que a espinha interna é diferente da acne? Como tratar e o que fazer para prevenir que ela apareça novamente? Descubra aqui.

Espinha Interna

Imagine a cena: você se preparando para sair, colocando uma roupa bonita e se olhando no espelho... Eis que você percebe que tem alguma coisa errada com o seu rosto. Sim, é uma espinha interna, a temida. Daquelas bem doloridas, que não têm as mesmas características visuais das espinhas comuns, mas que incomodam mesmo assim.

A vontade é apertá-la instantaneamente até ela sumir. Mas, além de doer bastante, você estará infecionando ainda mais uma área que já está infectada. Portanto, respire fundo, controle-se e leia este conteúdo.

Aqui nós vamos lhe dar dicas bem legais. Dicas que vão lhe ajudar sempre que uma espinha interna aparecer e evitar que outras delas surjam com frequência.

Mas, antes, será que você sabe qual é a diferença entre espinha e acne?

A verdade é que os termos são sinônimos. Acne é o nome real-oficial do problema. A título de curiosidade, palavra é uma derivação do grego arcaico, ἀκμή, que em bom português, significa ponta ou topo.

Faz sentido, se pensarmos que as espinhas são resultado de inflamações nos poros causadas por excesso de oleosidade ou alterações hormonais. Uma vez inflamados, eles incham, formando a pontinha branca/amarela tão indesejada.

Espinha Interna: como tratar e prevenir que elas apareçam de novo?

Como as espinhas surgem na pele.

O assunto começa a complicar quando descobrimos que são vários os tipos de acne - e que as espinhas internas são apenas um dos tipos existentes. Mas não se desespere!

Espinha interna ou acne: quais as diferenças?

A acne pode ter cinco classificações distintas, dependendo da gravidade das lesões: comedogênica, pápulo-pustulosa, nódulo-cística, conglobata e fulminans. 

Os nomes são bastante peculiares, mas as diferenças entre cada um não são assim tão complicadas de entender.

Acne comedogênica: é o tipo mais comum e não inflamatória. Os cravinhos que temos no rosto fazem parte dessa classificação. É a acne tipo I, a mais simples de ser tratada.

Acne pápulo-pustulosa: nesse caso, a inflamação já existe e faz com que cravos e espinhas fiquem avermelhados. Na maioria dos casos, ficam doloridos e apresentam pus. Dá uma baita vontade de espremer. Resista!

Acne nódulo-cística: são as espinhas internas, aqueles nódulos inflamados e doloridos que ficam por baixo da pele. A diferença entre elas e as espinhas “comuns” é que essas são palpáveis, mas não têm abertura. Ou seja, o pus não fica visível, ficando escondido para o lado interno.

Acne conglobata: é o aparecimento de cistos ou nódulos, também internos e inflamados, mas em grupos. É como se as espinhas internas decidissem fazer uma reunião e se juntassem, ficando próximas umas das outras.

Acne fulminans: é o tipo mais grave e também o mais raro de acne. As lesões são tão sérias, que a maioria dos pacientes têm febre e sentem fraqueza muscular. Mais comuns nos homens, é um tipo de acne que pode precisar até mesmo de cirurgia.

Portanto, a espinha interna é apenas um dos tipos de acne. A boa notícia é que o tratamento não é complicado e, muitas vezes, ela pode ser banida quase por completo da sua vida!

O que fazer para evitar a espinha interna

Sempre que alguém fala em tratamentos dermatológicos, a gente pensa em um monte de produtos, um tempão dedicado aos cuidados e um baita rombo no orçamento. Mas as medidas para evitar o aparecimento de espinhas internas não precisa de tanto alarde assim.

É possível adotar uma rotina prática e barata para garantir uma pele mais saudável e livre de acne. O segredo está em focar nas soluções certas.

Ou seja, seguir um passo a passo simples que inclui os processos de limpeza, hidratação, proteção e tratamento:

Limpeza

Limpar o rosto é uma atividade que deveria fazer parte da sua rotina diária, com ou sem a presença de acne. Duas vezes ao dia - ao acordar e antes de dormir - são suficientes para garantir uma pele mais limpa, bonita e saudável.

Resumidamente, o que você precisa fazer é remover a maquiagem com água micelar ou demaquilante, lavar o rosto com sabonete específico para o seu tipo de pele e utilizar um tônico facial para equilibrar o pH e remover qualquer resquício teimoso que tenha ficado para trás.

Hidratação

É um processo importante, especialmente para pessoas com pele mais seca ou quando exageramos na exposição ao sol, vento ou frio. Depois da limpeza facial, a aplicação de um creme hidratante adequado para você é indicado todas as noites. Opte pelas versões em gel ou com toque seco.

Mesmo se você tem a pele oleosa, é importante mantê-la hidratada, mesmo que pareça contra-intuitivo. Pele oleosa não significa pele hidratada. Deixando a hidratação de lado, você pode inclusive estar aumentando a produção de óleo (ou sebo, como é conhecido).

Essa situação tem um nome, e é conhecida como efeito rebote. Ele acontece quando o nosso corpo entende que a falta de hidratação é um indicativo para a produção de mais óleo. Portando, o organismo passa a produzir ainda mais. Então atente-se a esse fato!

Proteção

Não importa se estamos no inverno, de férias na praia tropical ou trabalhando. O protetor solar é item obrigatório não apenas para quem busca uma pele mais saudável, como também para quem quer evitar o aparecimento precoce de rugas, linhas de expressão e outros sintomas mais sérios relacionados à exposição aos raios UVA e UVB.

Nosso rosto é afetado pela incidência de luz até mesmo dentro de ambientes fechados, sabia? Portanto, nada de fingir que não é com você. Independente do seu tipo ou cor de pele, com certeza existe uma opção perfeita para você. Com ou sem base, em gel ou creme, toque seco ou normal, fator médio ou super alto… Certifique-se de escolher a melhor opção e reforçar a aplicação de duas a três vezes por dia!

Tratamento

Na maioria dos casos, um tratamento anti-acne tópico pode ser indicado - especialmente se o aparecimento de espinhas internas for constante. O ideal é conversar com um profissional especializado e entender quais são as opções mais indicadas de acordo com o seu histórico.

Não precisamos nem dizer que, apareça a espinha que aparecer, você não deve chegar nem perto delas com suas mãozinhas! 

O toque, além de aumentar a oleosidade da pele e contribuir para contaminações, pode agravar a situação, deixando cicatrizes e aumentando ainda mais a vermelhidão da área afetada.

Últimas dicas

1) Caso você tenha uma espinha interna inflamada, experimente gelo. Isso mesmo, ele ajudará a diminir a inflamação no local, bem como a vermelhidão e inchaço. Utilize um pano com alguns cubihos de gelo dentro e aplique no local por 10 minutos;

2) Para ajudar a espinha interna desaparecer mais rápido, aplique uma compressa quente. Basta umedecer uma pouco de algodão ou toalha com água quente e pressionar contra a área desejada.

Resumindo, caso não tenha ficado claro: nada de espremer a espinha interna, por mais atraente que ela possa ser!

No mais, mantenha a pele sempre limpa e hidratada. Não fuja do protetor solar e, caso o problema persista, procure um dermatologista.

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